sábado, 31 de dezembro de 2011
tatu-bolas e formigas.
Eu lembro bem de quando eu era pequena, quer dizer, criança. Inevitavelmente pequena é um adjetivo que vai me definir pro resto da vida. Logo que aprendi a andar, corria pelo cimento escuro e opaco da rua da minha bisa avó. Se bem que eu não andava muito bem, levava alguns tombos, mas isso ainda não passou, andar tropeçando é outra coisa que me define. Eu corria desesperadamente por la, como se estivesse fugindo de algo, tipo de um monstro comedor de órgãos, com 7 cabeças, 94 olhos, de pele amareada e gosmenta, soltando liquido cefalorraquidiano pela boca. Mas não, era só pra chegar ao fim da rua com a minha prima, onde existia um jardim com arvores grandes e grotescas, lá havia uma especie de clan de tatu-bolas, eu adorava brincar com eles, mas acho que eles não gostavam nem um pouco de serem atirados de alturas grandiosas para o tamanho deles. Posteriormente veio a fase de fazer coleção de formigas, até nomes eu me esforçava para dar a elas, mas não me pergunte eles, minha memoria não é tão detalhista ao ponto. Eu desencanei rapidamente das formigas no dia em que levei 7 picadas na mão no mesmo dia.
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